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domingo, 28 de janeiro de 2018

Imperialismo

Imperialismo






Imperialismo e expansão colonialista

1) As Razões para a Expansão Imperialista e Colonialista (neocolonialismo)

Crises cíclicas de produção
Causado pelo desenvolvimento tecnológico que produzia mais do que a capacidade de consumo do mercado, não podendo a burguesia reinvestir em aumento de produção no mercado interno.
Aumento demográfico
Melhorias na área medicinal e nas condições de higiene fez baixar a taxa de mortalidade, aumentando a população. A produção agrícola voltada para o mercado pressionava a população do campo, que acabava migrando para as cidades.
Movimentos sociais
Os sindicatos conseguiram algumas conquistas trabalhistas, mas as condições do trabalho causavam agitações sociais, levando o governo a incentivar a imigração.
Os 5 P (Pressão)
Pressão Econômica – Busca por novas fontes de matérias primas e mercado consumidor; o desenvolvimento tecnológico fazia as indústrias produzirem mais em menos tempo.
Pressão Financeira – Busca por novas áreas de investimento;  exportação de capitais.
Pressão Política – No jogo político, a projeção para fora do  território tem conotação de poder e prestígio político; tem o caráter de minimizar as perdas políticas na Europa.
Pressão Demográfica – O mercado e a economia não absorvia o crescimento demográfico.
Pressão Ideológica – Tem dois movimentos:
Religioso e cultural – o religioso enviava missionários para converter o africano ou o asiático, além de combater a escravidão. Havia a idéia de levar a civilização européia a estes povos, considerados primitivos e atrasados. O problema é que, em geral, os que saem tinham péssimas condições de vida. O que o imigrante levava era muito mais a imagem do Estado do qual ele era proveniente.
Intelectual e científico – as associações geográficas e seus exploradores abriam caminho para estudar as regiões dominadas. Desenvolveu-se neste período ideologias racistas que afirmavam a superioridade da raça branca, partindo das teorias evolucionistas de Darwin.

2) Os tipos de colônias

Colônia
Ocupação territorial e militar com expropriações das populações nativas. Ex.: Argélia (França) e África do Sul (Inglaterra).
Protetorado
O chefe era local, porém o poder era formal. A política econômica era regida pelas potências imperialistas. Ex.: Marrocos (França) e Egito (Inglaterra).
Domínios
As unidades autônomas eram chamadas domínios, e a sua relação com a metrópole era de “igual para igual”. Com o tempo, os domínios ingleses passaram a ser uma federação de estados livres, ligados apenas por interesses econômicos – Commonwealth (Comunidades de Nações). Ex.: Austrália e Canadá (Inglaterra).
Áreas de influências
Tinha autonomia,  concedendo concessões privilegiadas de ordem econômica, jurídica, etc.: Ex.: China (várias potências).

6) A Inglaterra na Era Vitoriana

Supremacia inglesa
Atingindo seu apogeu entre 1750 e 1875, enviava capitais, produtos e homens  para todo o planeta. Esta superioridade econômica era completada pela superioridade naval.
Império Britânico
A rainha Vitória (1837/1901), governou a Inglaterra no seu auge imperialista, por isto denominado era vitoriana.
A Inglaterra tinha colônia em todos os continentes, diversas bases militares e pontos de armazém e comércio privilegiado, dominando os “quatro cantos” do planeta.

3) A atuação na América Latina

Processo de independência
Na luta contra o mercantilismo e na busca por novos mercados, a Inglaterra passou a pregar a substituição do pacto colonial pelo liberalismo econômico, incentivando assim as lutas de independência na América Latina.

Acordos comerciais
Transformando-se a América Latina em diversos países, a Inglaterra não atuou o seu imperialismo da mesma forma que a na Ásia e África, mas a partir de comércio e acordos extremamente vantajosos para esta.

4) As questões da partilha da África

Retardatários na corrida colonial
Iniciada somente após a unificação, a Alemanha e a Itália entraram a corrida colonial mais tarde em relação às outras potências, o que gerou atritos por causa esta “desvantagem”.
Projeto de Leopoldo II da Bélgica
Inicia em 1867 um congresso para difundir a civilização ocidental a partir de sociedades geográficas, fundando grupos para iniciar exploração e a conquista do Congo.
Conferência de Berlim (1884/1885)
Reunida pelo Chanceler alemão Otto Von Bismarck, esta tinha o objetivo de evitar maiores choques da Alemanha com outras potências porque iniciou tardiamente a sua corrida colonial, criando, ao mesmo tempo, um canal de participação na mesma. Os pontos principais são:
Navegação livre na bacia do rio Congo e o Estado do Congo Belga.
O direito de conquista de uma faixa no litoral correspondente à parcela no interior.
Notificação às demais potências européias de qualquer nova conquista.
Crise Marroquina
Disputada pela França e Alemanha, esta região gerou diversos atritos chamados de crise marroquina. A Conferência de Algeciras (1906) e  Acordo de Haia (1909) não resolveram o problema. A última crise foi o Incidente de Agadir em 1911, a qual - mediado pela Inglaterra - a Alemanha renunciou ao Marrocos, mas recebeu como compensação uma parte do Congo francês.
Guerra dos Boërs (1899-1902)
Os boërs eram fazendeiros africanos brancos descendentes de holandeses, que construíram as repúblicas de Orange e Transvaal, próximas das colônias do Cabo e de Natal da Inglaterra. Os interesses no ouro do Transvaal e diamantes de Orange fizeram os ingleses entrarem em conflito com os boërs. A Inglaterra venceu o conflito e fundou a União Sul-Africana.
Projeto ferroviário Cabo-Cairo
Para garantir o domínio do Mar Vermelho e do hinterland africano, dominaram uma vasta região que ia do norte ao sul da África, passando pela região central. Este projeto ficou prejudicado pelo domínio alemão da única região que os separava.




5) As questões da penetração na Ásia

A revolta dos Cipaios (1857/59)
O comércio na Índia era controlado pela Cia de Com. das Índias Orientais, levando vários príncipes à ruína por causa da concorrência dos tecidos de algodão com as manufaturas de tecido indiano. Esta guerra anti-inglesa acabou levando a total dominação da Índia, a qual a Inglaterra passou a governá-la diretamente, organizando um aparelho de Estado.
A guerra do Ópio (1840/42)
O comércio desta droga, feita pelos ingleses a partir da Índia, estava agredindo a sociedade chinesa. O imperador chinês mandou destruir o carregamento de Ópio dos comerciantes ingleses. Estes articularam para levar a coroa britânica à guerra, o que era interessante a esta para abrir o comércio chinês. A China perdeu a guerra e assinou o Tratado de Nanquim (1842).
O Break-up da China
Outras guerras do Ópio levaram a China a abrir mais ainda o comércio para a Inglaterra (Tratado de Pequim –1860). As potências estrangeiras passaram a exigir áreas de influências ao governo chinês, sendo então a China dividida. Revolta dos Taipings (1851/64) e dos Boxers (1900/01), foram resistências à dominação estrangeira, resultado deste processo de partilha.
A modernização do Japão
O Japão estava isolado até 1853, quando a Esquadra Negra americana forçou a sua abertura comercial pelo Tratado de Kanagawa (1854). Iniciado a Era Meiji, passou a executar uma política imperialista se lançando para Ásia continental. Na guerra sino-japonesa (1894/95), o Japão recebeu a ilha de Formosa e a China reconheceu a independência da Coréia.
A intenção russa
Os interesses russos na Ásia chocaram-se com os ingleses na Ásia central e com os japoneses na região da Manchúria.


8) Conseqüências do Imperialismo

Imperialismo para Lênin
Segundo Lênin, o imperialismo era a última fase do capitalismo, gerando conflito entre as potências e destruindo o sistema.
O choque de imperialismo
Os choques entre as projeções realmente estavam acontecendo, o que levou as potências se unirem em tratados de alianças.
O impacto imperialista

Nas regiões colonizadas, a dominação destruiu estruturas tradicionais locais, levando populações nômades a se fixarem em uma região, expropriando as suas terras, destruindo seu artesanato, acabando com a sociedade coletiva e obrigando ao pagamento de impostos.

Cientificismo e Iluminismo

Cientificismo e Iluminismo






1) Cientificismo (grande impulso a partir do séc. XVII)

Ø  Fatores que levaram ao desenvolvimento científico
·         O movimento renascentista ajudou a romper a visão medieval, controlada pela religião, surgindo uma tendência do predomínio da visão racionalista do mundo com uma sociedade cada vez mais burguesa.
·         A contribuição de filósofos e estudiosos da Antigüidade como Hipócrates e Galeano, médicos gregos.
·         O desenvolvimento do espírito de observação e livre interpretação, que conduziu a novos métodos para pesquisas e experiências.
·         Invenção de instrumentos como o telescópio, microscópio, termômetro, etc. para o desenvolvimento. das pesquisas
Ø  Contribuições ao cientificismo
·         Descartes (França) – no Discurso Sobre o Método, definiu o método matemático; criou a geometria analítica
·         Francis Bacon (Inglaterra) – na obra Novum Organum, formulou as regras do método de observação e experimentação
·         Pascal (França) – lançou base para os cálculos de probabilidades; demonstrou com Torricelli a existência da pressão atmosférica.
·         Harvey (Inglaterra) – com a dissecação de cadáver, descobriu a grande circulação do sangue
·         Isaac Newton (Inglaterra) – lei da atração e gravitação universal
·         Galileu Galiei – Italiano, filho de músico, mexeu na teoria geocêntrica de Ptolomeu. Alegou que a terra girava em torno do sol, porém recuou diante do tribunal da inquisição em nome de continuar suas pesquisas. Aperfeiçoou a luneta, um invento holandês e fez descobertas como as montanhas da lua e as manchas solares;.
·         Kepler – formulou leis de movimentos dos planetas, descobrindo que era elíptica.
Ø  Conseqüências
·         Rompeu com a visão da imobilidade do universo, levando a compreensão cada vez maior do homem e da natureza.
·         Diminui cada vez mais os poderes culturais da igreja, contestando as suas explicações religiosas.

2) Iluminismo (auge no século XVIII)

Ø  O que foi o Iluminismo?
·         Movimento de renovação intelectual que se baseava na matéria e na consciência. A consciência ou razão humana era considerado única fonte de conhecimento. Foi a ideologia da classe burguesa, em ascensão na Europa.
·         Os racionalistas criticavam a fé como fonte de conhecimento, e viam a religião e a igreja como instrumento de ignorância e tirania. A igreja era criticada pela sua intolerância, ambição política e inutilidade das ordens monásticas.
Ø  Características do movimento
·         Apóia a explicação baseada na matéria (o universo é composto de matéria e o seu movimento tem origem própria, resultante de leis naturais, matérias as quais excitam os sentidos humanos) contra as respostas idealistas-religiosas.
·         A razão humana era guia do conhecimento e ação do homem,  e tido como forma autêntica para a compreensão da vida em sociedade e da natureza. Assim como há leis que regulam a natureza, há as que regulam as relações entre os homens.
·         Até a crença foi racionalizada entre os deístas, que viam Deus presente em toda natureza, e no coração do homem que poderia descobri-lo através da razão.
Ø  Formas de difusão das idéias
·         A Enciclopédia das Ciências..– dirigida por Diderot e D’Alambert, foi uma tentativa de sistematizar o conhecimento disponível. Teve contribuições de Voltaire e Rousseau. Considerado uma obra iluminista, ajudou a difundir estas idéias.
·         Reuniões em clubes, cafés e principalmente nos salões literários.
·         Surgiram também as “sociedades de pensamentos” como a franco-maçonaria, que na Idade Média era corporação que congregava pedreiros livres denominadas lojas maçônicas. A Maçonaria era secreta porque discutiam ideias que questionavam o poder do rei absolutista. Havia sempre o risco de prisões e condenações. Não aceitavam mulheres porque, como sociedade machista, as acusava de serem “fofoqueiras”.
Ø  A religião
·         Apesar de criticarem a Igreja e as explicações religiosas para as coisas do mundo, a grande maioria dos filósofos iluministas não era ateu. Acreditavam em Deus, mas não na intervenção divina no mundo. Eram deístas, “viam” Deus na sua obra na Terra, ou seja, tudo que havia na natureza tinha, de certa forma, presença divina. Não acreditavam que Deus operasse milagres (intervenção divina), pois isto seria uma forma dos religiosos, através de sua intermediação, explorassem os féis.  
Ø  A filosofia e seus filósofos
*        John Locke
·         Tratado sobre o governo (1687) – apresentou um ideal de governo parlamentarista com plenas garantias de liberdade individual. É considerado também o pai do liberalismo político.
*        Montesquieu
·         O Espírito das Leis (1748) – dava destaque à monarquia parlamentar inglesa e defendia a independência entre os três poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário – como forma de garantir a liberdade.
*        Voltaire
·         Criticava o absolutismo, a servidão e a igreja, sendo a favor da tolerância religiosa e liberdade de imprensa. Era contra revolução social e a favor de ascensão de um soberano esclarecido para promover as mudanças na sociedade.
*        Jean Jacques Russeu
·         Da origem da desigualdade (1755) – O homem nasce bom, mas a civilização o corrompe. A propriedade privada era um mal necessário, portanto deveria ser limitada.
·         O contrato social – defende o ideal democrático de que o soberano deve ser a vontade geral, ou seja, o próprio povo.
Ø  Escola Econômica Liberal
*        A Escola Fisiocrática
·         Principal autor: Quesny (obra Quadro Econômico) – A fonte de riqueza vem da terra, pois o trabalho agrícola é o único que produz excedente. Gounay defendia a liberdade de comércio e indústria (Laissez-faire, Laissez-passer).
*        O Liberalismo de Adam Smith
·         Obra A riqueza das Nações (1765)– A fonte de riqueza vem do trabalho em geral e não apenas do trabalho agrícola.
·         Para Smith e David Ricardo, a economia deveria guiar-se por si mesma, por leis naturais – lei da oferta e da procura.

3) Despotismo Esclarecido

Ø  Relação do despotismo com o iluminismo
·         O déspota queria modernizar e desenvolver economicamente seus Estados utilizando os princípios iluministas. Utilizaram as idéias de Voltaire para que as mudanças não gerassem uma revolução social e comprometesse o seu poder absoluto.
Ø  Ligação com o mercantilismo
·         Para obterem recursos para a modernização do Estado, criavam cia privilegiada de comércio, protegiam os seus mercados e arrochavam o pacto colonial.
Ø  Países e reformas executadas por déspotas esclarecidos
*        Prússia
·         Frederico IISe declarava 1° dos servidores do Estado; aboliu tortura dos acusados; fundou escolas elementares; tolerância religiosa; procurou desenvolver indústria e agricultura; relações servis acabaram impedindo desenvolvimento expressivo da burguesia.
*        Rússia
·         Catarina II – Permitiu tolerância religiosa; colocou os bens da igreja sob controle do estado; criou código de leis baseadas no iluminismo; a servidão foi agravada.
*        Áustria
·         D. José II – fortaleceu poder central para desenvolver manufaturas; emancipou servos; desenvolveu a educação elementar; obrigou nobres a pagar impostos; terras da igreja passou para o Estado; deu liberdade de culto.
*        Portugal
·         Marques de Pombal (min. de D. José I) – tirou a educação do controle da igreja; criou cia privilegiada de comércio com monopólios nas colônias; estimulou a agricultura; combateu a corrupção e os privilégios da nobreza e do clero.
*        Espanha
Aranda ( Ministro de Carlos III) - liberou o comércio interno; incentivou a indústria interna (luxo e tecidos de algodão); dinamizou a administração com a criação dos intendentes, que fortaleceu o poder do rei.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

segunda-feira, 29 de maio de 2017

A ARTE MODERNA

A revolução nas artes

O movimento modernista foi um movimento artístico que aconteceu no início do século XX. A transformação da sociedade provocada pelos efeitos da Segunda Revolução Industrial, além das novas formas de produção do parque industrial com o surgimento da eletricidade, a invenção do Automóvel, a evolução dos meios de comunicação com a invenção do telefone, a melhorias dos meios de transportes, fez com que a vida Urbana tornasse o mundo mais veloz.
Além das revoluções nas áreas de produção, comunicação e transporte, ouve também avanço na medicina e na ciência. A psicanálise de Freud passava a estudar o inconsciente. Na medicina surgem antibióticos e Albert Einstein questionou a física mecânica com a Teoria da Relatividade.
Com esse novo mundo a Arte não poderia ficar de fora. Surgem novas de se produzir as obras artísticas. O Movimento modernista surgiu então como resposta a esta nova realidade se apresentando, porém, com um rompimento a antiga forma de se criar as obras de arte.
A Arte clássica ensinada nas faculdades vai ser questionada ou abandonada pelos novos artistas modernistas que vão propor uma forma totalmente original de se produzir. Surgiram várias correntes como o impressionismo, o surrealismo, o expressionismo, o cubismo etc.
Salvador Dali, por exemplo, é a maior expressão da corrente Surrealista. Suas obras estão inspiradas na psicanálise de Freud.



La persistência de la memória - Salvador Dalí – 1931
Óleo sobre tela -   Museu de Arte Moderna, Nova Iorque


Nesta nova forma de se produzir os artistas vão ter como propostas:

1. Total Liberdade para criação artística.
2. Eliminar os padrões antigos de se produzir arte.
3. Arte não deve imitar a natureza e sim criar uma nova realidade a partir de uma visão crítica da sociedade.
4. Arte deve ser revolucionária.
5. Arte deve ter engajamento político.
6. Arte deve refletir Os questionamentos da vida real.
7. Tudo pode ser objeto de arte.
8. A linguagem artística não segue padrões


O modernismo europeu influenciou a Semana da Arte Moderna de 1922, que iniciava em São Paulo a história do modernismo brasileiro.

Abaixo o link com a explicação do Trabalho sobre Arte Moderna.

domingo, 19 de março de 2017

FLUXOGRAMA DE REVISÃO!

VAMOS PEGAR O FLUXOGRAMA QUE O MPF FEZ PARA O LULA E TRANSFORMAR EM UMA FICHA DE REVISÃO DE HISTÓRIA!

SUBSTITUA O NOME DO LULA PELO PRINCIPAL NOME DO SEU TEMA DE TRABALHO.

DEPOIS VÁ SUBSTITUINDO TODOS OS TEXTOS EM VOLTA POR PALAVRAS LIGADAS AO SEU TEMA PRINCIPAL.

SALVE O ARQUIVO E ENVIE PARA vagnermoraes@yahoo.com.br OU WHATSAPP 999732294.

BOA PESQUISA!